terça-feira, 18 de abril de 2017

Clareiras



São tuas doces palavras,
clareiras de faces nuas,
d'iluminadas searas
que enternecem as veredas
robustecem o caminhar...
com o findar das penumbras
que se embrenham em meu ser.

É o fim
das sinuosas madrugadas,
da paz que outrora roubada
negou-me o amanhecer...

E assim
traz-me o brisar e paragens,
o alcançar outras viagens
sem o medo de me perder.

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